sexta-feira, 27 de julho de 2012

NORUEGA

                                    
http://www.norge.no/

Forma de governo: monarquia
Sistema de governo: parlamentarismo
Moeda: coroa norueguesa

           
           O nome Noruega significa “caminho do norte”. Está relacionada com um dos itinerários marítimos utilizados pelos povos que habitavam a região. O início das expedições marítimas, entre os anos 800 e 1050, com finalidades de pilhagem e de conquista, marca o período dos navegadores vikings.

            A Noruega ocupa a faixa ocidental da Península Escandinava e um grande número de ilhas. A costa é extensa e recortada por grande número de fiordes. O sol da meia-noite é visível em Nordkapp (cabo Norte), de 15 de maio até 31 de julho, aproximadamente. As pradarias e as florestas de pinheiros cobrem as partes baixas do país; nos planaltos a floresta de coníferas cede lugar às turfeiras e tundras. O rio Glomma é o maior da Noruega. O maior lago é o Mijösa.

            A população é homogênea. A minoria mais relevante é constituída por lapões. O idioma norueguês tem duas formas:
I) bokmal (língua dos livros), usado por 80% da população e resultou da forte influência do dinamarquês, depois de cinco séculos de ocupação;
II) nynorks (neonorueguês) surgiu no séc. XIX como conseqüência do renascimento nacionalista. É construído com base nos dialetos noruegueses do oeste do país.

            Os “lapões” ou “samis” habitam o norte da Península Escandinava – na Finlândia, Suécia, Rússia e principalmente na Noruega. Embora de origem nômade, hoje apenas um terço dos lapões mantém esse sistema de vida. Suas principais ocupações são a criação de renas, que lhes dá alimento e vestuário.


                                                               Interior da Noruega





            A Noruega é o país mais desenvolvido do mundo, de acordo com o IDH, e o quinto segundo o PIB por habitante. O país oferece uma das melhores qualidades de vida do mundo. O ensino é gratuito em todos os níveis e obrigatório a todas as crianças de 7 a 16 anos.

            O país possui depósitos petrolíferos, carvão, minério de ferro, iferrotitânio, zinco, chumbo, cobre e alumínio. A construção naval é uma das mais importantes do globo. A pesca é desenvolvida, incluindo bacalhau, arenque e cavalas. Apenas 3% da área total pode ser cultivada, a agricultura desempenha papel mínimo na economia. A atividade pecuária é variada: bois, porcos, ovelhas e aves e, na zona ártica, renas, bisões e raposas.





                                                           Decoração do restaurante



A Igreja Evangélica Luterana é a Igreja de Estado. O clero é nomeado pelo rei. Existem pequenos grupos de ortodoxos gregos, presbiteriano, metodistas, batistas, pentecostais, testemunhas de Jeová e judeus.






                                                           Interior da Noruega




ARTE – nos séculos V-VII, arte do paganismo nórdico, ornamentação gravada ou estampada sobre metal fundido, decora os objetos com motivos geométricos, ligados a figura de animais. Importante aspecto da arte viking são os motivos zoomórficos empregados na ornamentação de objetos e de superfícies.

A partir do séc. XIV são construídas mais de mil igrejas de madeira que oferecem a particularidade de não terem fundações e de possuírem um teto independente, que não repousa sobre as paredes, mas sobre uma ou várias alas de pilares interiores. Essa arquitetura origina-se provavelmente das construções das assembléias nórdicas e dos templos dos cultos pagãos.

Destacam-se:

- Edvard Munch (1863-1944), pintor expressionista e simbolista, autor do célebre óleo “O grito”.
- Henrik Johan Ibsen (1828-1906), dramaturgo que abordou com realismo temas sociais e psicológicos.
- Edvard Grieg (1843-1907), compositor que se destacou por suas peças breves, autor de “Peer Gynt”.



                                                   Casa e Museu de Grieg

- Gustav Vigeland, escultor e gravador norueguês (1869-1943). Sua arte foi objeto de calorosas polêmicas, desde a apresentação de um esboço para uma fonte monumental em Oslo, em 1900











           
FIORDES:

            Durante as glaciações do Período Quaternário, as geleiras escavaram os antigos vales fluviais da faixa costeira, dando origem aos fiordes. Toda costa é marcada por essas impressionantes línguas de mar, que penetram quilômetros e quilômetros terra adentro. O mais extenso fiorde é o Sognefjord, situado na costa central, avança 204 km e atinge 1300 m de profundidade. Outros fiordes: Lysefjord e Nordfjord.



                                         Lofthus -  Hardanger, Ullensvang

                                                                   Hardanger















                                                             Gudvangen


                                                             Geirangerfjord (Patrimônio Mundial)

                                              Geirangerfjord - As Sete Irmãs













Glaciar de Briksdal









Quedas de Steindalsfossen













Montanhas em neve








HISTÓRIA:

Monarquia hereditária, o poder da Noruega é dividido entre o rei (e seu conselho), o parlamento e a suprema corte de justiça. Constituição como país: século IX (unificação sob o rei Harald Harfage); 1905 (independência da Suécia). Os primeiros vestígios de vida datam dos séculos IX e VIII a.C., com a chegada das tribos germânicas. Os habitantes se instalaram à beira do lago e fiordes.

No final do século IX, o rei viking Harald Harfage constitui o Reino Unificado da Noruega e a região foi cristianizada. Era a época das incursões vikings, comerciantes, exploradores, que ampliaram o império norueguês.

Harald I Haarfager, ou Bela Cabeleira, primeiro rei de toda a Noruega, nasceu em 855 e morreu em 940. Lutas começaram quando Erik Blodöks, filho de Harald e futuro rei de York, na Inglaterra, se viu obrigado a abandonar o país, cerca de 945, em virtude de desavenças entre os irmãos. Seus filhos voltaram para reivindicar a herança paterna, derrotando Haakom I, irmão mais jovem de Erik. O primogênito dos novos conquistadores reinou sob o nome de Harald II Graafel, cerca de 970.

Entre os vikings que novamente atacaram a Inglaterra no fim do séc. X, encontravam-se dois descendentes de Harold I, os futuros reis da Noruega: Olavo I e Olavo II.

Olavo I, rei da Noruega, nasceu em 964 e morreu em 1000. Nasceu pouco depois de seu pai ter sido morto. Foi levado pela mãe, Astrid, para a Rússia, onde se criou na corte de Vladimir I, o Santo. Juntou aos grupos de vikings. Em 994 sitiou Londres e, rechaçado, saqueou o sudeste da Inglaterra. Grande guerreiro, foi soberano muito popular. Sua morte lançou a Noruega numa anarquia que durou 15 anos.  

                                                    Árvore bétula







Olavo II nasceu em 995 e faleceu em 1030. Tornou-se o primeiro rei a efetivamente exercer autoridade sobre toda a extensão da Noruega. Cristão fervoroso, organizou a Igreja, agindo com vigor e determinação. Em luta com Canuto, rei da Dinamarca e da Inglaterra foi forçado a refugiar-se na Rússia, em 1028, de onde regressou à frente de um exército para ser derrotado e morto na batalha de Stiklestad. Diversos milagres lhe foram atribuídos e Olavo passou a ser tido como Santo. Foi canonizado em 1164.

Canuto fez de seu filho Swein, rei da Noruega. Com a morte de Canuto, Swein abandonou o país e foi substituído no trono por Magno I, filho de Olavo II, ocupou o trono de 1066 a 1069. Outros reis que ocuparam o trono: Olavo III, de 1066 a 1093; Magno II, de 1093 a 1103; Eystein I, de 1103 a 1122; Sigurd I, de 1103 a 1130.


                                                                      Interior da Noruega






A história da Noruega na primeira metade do séc. XII é uma sucessão de guerras civis, de partilhas e intervenções estrangeiras. Os pretendentes à coroa se digladiavam mutuamente. Um cardeal inglês, futuro papa Adriano IV, cerca de 1100 a 1159 dirigiu o país no caminho da ocidentalização.



Em 1161, com apoio da Igreja, Magno V (1156-1184), foi elevado ao trono, com o título de rei “pela graça de Deus” e vassalo de santo Olavo, como símbolo da associação entre a coroa e a Igreja. O prestígio do clero ameaçava submeter a coroa aos bispos. A oposição cristalizou-se em torno de Sverre Sigurdsson (1151-1202), que à frente de um partido de descontentes, derrotou seus rivais e fundou uma espécie de monarquia militar, de sentimentos hostis para o episcopado e a aristocriacia.



                               Igrejas de madeira - o traço das igrejas em madeira,
                                       de corte peculiar, é único no mundo.                   


Haakon IV, o Velho e Magno VI (1238-1280) neto e bisneto de Sverre, restabeleceram o equilíbrio entre o altar e o trono. Esses dois monarcas foram os maiores reis da Noruega na Idade Média.

Haakon e Magno obtiveram o apoio da Igreja para transformar a Noruega em monarquia feudal. A aliança entre a Igreja e o Estado foi, porém, de breve duração. O alto clero, movido pela ambição, rompeu com o trono e procurou apoio em Roma.

Na decadência do império, o regime feudal, principalmente interessado em lutas terrestres, não pôde manter o domínio do mar.

Em 1349, a peste negra, proveniente da Inglaterra, vitimou mais da metade da população norueguesa, provocando o colapso da economia do país.


                                                                  Montanhas com neve





Haakon V (1270-1319), que não teve herdeiros masculinos, casou sua filha com um príncipe sueco. Dessa união nasceu Magno VII (1316-1374), que aos três anos de idade foi feito rei na Noruega (1319-1343) e da Suécia (1319-1363). Magno renunciou ao trono da Noruega em favor do seu filho Haakon VI (1340-1380) que veio a casar-se com Margarida, filha de Valdemar IV da Dinamarca. 

Olavo IV (1370-1387), filho único do casal, tornou-se rei da Dinamarca (1375-1387) e da Noruega (1380-1387). Em 1397, pela União de Kalmar, o rei sueco Erik foi eleito monarca da Escandinávia, unificando os reinos da Noruega, Suécia e Dinamarca em uma única Coroa. De 1442 a 1814 os reis da Dinamarca governaram a Noruega. A Noruega passou a fazer parte da Dinamarca

A constituição liberal da Noruega data do ano de 1814. A crise responsável pela ruptura da união entre a Dinamarca e a Noruega iniciou-se em 1807, durante as guerras napoleônicas. Quando o governo de Copenhague abandonou a neutralidade para se aliar ao imperador francês, a Noruega foi bloqueada pela esquadra inglesa e praticamente separada da Dinamarca.






                  Lago congelado derretendo na montanha com neve

Em 1537, o rei dinamarquês impôs o luteranismo, passou a ser a religião estatal do país. Depois das guerras napoleônicas, a Paz de Kiel (1814) impôs que a Dinamarca cedesse a Noruega para a Suécia.

Carlos XV (1826-1872) pretendeu reformar o Ato de União entre os dois países  para fortalecer os laços institucionais, mas não encontrou apoio na assembléia legislativa norueguesa.

A ruptura completa dos laços de união com a Suécia surgiu em 1905, quando a assembléia estabeleceu o serviço consular norueguês e o rei se recusou a sancionar a medida legislativa. O sentimento norueguês foi aumentando, um plebiscito aprovou a independência, que foi aceita pela Suécia. Em prévia consulta popular, a Coroa norueguesa foi oferecida ao príncipe Carlos, da Dinamarca, que reinou com o nome de Haakon VII.

A Noruega permaneceu neutra durante a Primeira Guerra Mundial. Duas décadas depois, na Segunda Guerra, Hitler não respeitou sua neutralidade e invadiu o país apesar da forte resistência dos noruegueses.

Depois da guerra, o Partido Trabalhista obteve a maioria nas eleições. Governou a maior parte das legislaturas, de 1945 até o final do século XX. Os sucessivos governos trabalhistas favoreceram o desenvolvimento econômico, facilitado em parte pelo petróleo e pelo gás do Mar do Norte.





                                                               Neve nas montanhas



A situação política da Europa, dominada pelo antagonismo entre o leste e o oeste, levou a Noruega a filiar-se à OTAN, em 1949. O partido trabalhista permaneceu no poder até 1963, e até 1965 em aliança com o partido socialista-popular. Haakon VII foi substituído em 1957 por seu filho Olaf V. Em 1962, a Noruega solicitou sua participação no Mercado Comum Europeu.



Em 1972, um referendo popular rejeitou a incorporação da Noruega à Comunidade Econômica Européia. Em 1994, o ingresso na CEE voltou a ser submetido a referendo, a consulta redundou em resposta negativa da população. A riqueza gerada pelos poços petrolíferos do Mar da Noruega e do Mar do Norte permite que se mantenha distante da União Européia.









TROLLS

Segundo a lenda, nas montanhas viviam os Trolls. Alguns eram enormes com árvores e plantas rupestres crescendo dos narizes e cabeça, mas outros eram pequenos. Haviam Trolls de duas e três cabeças com um olho no meio da testa. Todos ficavam muito velhos. Apenas à noite era possível observá-los, pois não suportavam a luz. Se não voltassem à montanha antes do nascer do Sol, transformavam-se em pedra. Os Trolls apresentavam algumas semelhanças com os Humanos, mas tinham quatro dedos em cada mão e pés. Em todos o nariz era muito grande. Possuíam dotes sobrenaturais, inclusive o da metamorfose. Os Trolls podiam transformar-se em raparigas deslumbrantes. Os Trolls possuíam a cólera, era importante manter as  boas relações, evitando os desafios, pois poderia trazer graves consequências para o camponês ou qualquer um envolvido. 







sábado, 14 de julho de 2012

COPENHAGUE

Copenhague significa porto do mercador. Situada no leste da Ilha Zelândia, com uma parte da cidade na Ilha de Amager. Data de 1043, as primeiras notícias que se tem de Copenhague, como uma pequena aldeia de pescadores. A partir deste ano, tornou-se posto de comércio e ponto estratégico, devido sua posição próxima de canais naturais, facilitando rotas do comércio europeu. Em 1443 tornou-se residência real e a capital.




A Igreja de Nossa Senhora (Vor Frue Kirke), a Catedral é do séc. XII, foi reconstruída depois do bombardeio de 1807.

 Na época dos vikings existia um vilarejo de pescadores de nome Havn (porto). A cidade sofreu ataques da Liga Hanseática.

Em 1801 ocorreu a Batalha de Copenhaga contra a marinha dinamarquesa, no porto da cidade. No bombardeio em 1807, devido a expedição britânica, inúmeros danos e mortes.

Por volta do ano de 1850 as muralhas da cidade foram abertas para proporcionar o desenvolvimento.

De 1940 a 1945 tropas alemãs ocuparam a cidade e o país.

A cidade é plana, os pequenos desníveis são provenientes das glaciações.




Atrações:

- Deusa Gefion (mito nórdico) - Divindade patrona dos lavradores, podia prever o futuro, mas não modificá-lo. De sua relação com o rei Gylfi da Suécia, nasceram quatro filhos para os quais a deusa exigiu terras. A resposta do rei foi a de que poderia ter tantas quantas conseguisse arar num dia. Gefion, então, transformou os filhos em enormes bois e arou uma área imensa, que separou da Suécia e levou para a Dinamarca, onde esta se tornou a província de Sjaeland. O buraco remanescente na Suécia transformou-se no lago Vänern. Gefion aparece em várias fontes como a mãe alegórica da Noruega, Suécia e Dinamarca. Uma fonte mostrando a deusa dirigindo seus bois para puxar seu arado, na ilha de Zelândia.









- Palácio de Amalienborg (residência da familia real) - O palácio Sophie Amalienborg foi construído entre 1667 e 1673. Borg significa “castelo”. Em 1689 sofreu um incêndio. Quatro prédios formam o Palácio, no fundo fica a Igreja de Mármore:
- Palácio de Cristiano VII, ou Palácio Moltke foi construído entre 1750 e 1754.
- Palácio de Cristiano VIII  ou Palácio Levetzau, construído para o Conselheiro von Levetzau, em 1750.
- Palácio de Frederico VIII, ou Palácio Brockdorff, construído entre 1750 e 1760, para o Barão Brockdorff.
- Palácio de Cristiano IX, ou Palácio Schack, construção iniciada em 1750.
Mais tarde estabeleceu  uma nova cidade, chamada Frederiksstaden, “cidade de Frederico”. Amalienborg é a parte central de Frederiksstaden. No meio da praça do Amalienborg consta a estátua do rei Frederico V. A troca da guarda pode ser vista pelos turistas, são quatro: uma para cada castelo, existe o limite do espaço para os turistas e as fotos.

- Palácio de Christiansborg – antiga residência da Família Real e atual sede do Parlamento, dos poderes executivo, legislativo e judiciário. Foi incendiado duas vezes, em 1784 e 1794 e reconstruído em 1907.

- Glypotek (Ny Carlsberg Glypotek) – museu de arte, fundado com a coleção de Carl Jacobsen,  filho do fundador da cerveja Carlsbert (Jacob Christian Jacobsen). O museu possui peças egípcias, gregas e romanas da antiguidade, contém esculturas e pinturas.

- Tivoli parque e jardim, inaugurado em 1843, possui inúmeras atrações.











- Zoológico - um dos mais antigos da Europa, fundado em 1859, possui área de 11 hectares situada no município de Frederiksberg. Em 2005, o governo da Tasmânia presenteou o zoológico, com quatro diabos-da-tasmânia, sendo o único lugar fora da Austrália a possuir essa espécie em cativeiro.

 

Castelo de Kronborg – cenário de Shakespeare para Hamlet, personagem Príncipe da Dinamarca. Situado perto da cidade de Helsingor, ponto estreito entre a Dinamarca e Suécia. O estreito tem quatro quilômetros de largura, daí a importância estratégica de manter um forte nesta posição. Considerado Patrimônio Mundial da Unesco.  Construído em  1420. O rei insistiu no pagamento de um pedágio (portagem) por todos os navios que desejassem entrar ou sair doBáltico. Construiu um forte controlando o estreito do Categate. Kronborg adquiriu o nome de hoje em 1585 quando foi reconstruído pelo rei Frederico II. Em 1629 parte do castelo foi incendiado. Uma série de muralhas foi construída em torno. De 1739 até meados do séc. XIX  foi usado como uma prisão para escravos. Os internos eram guardados pelos soldados alojados no castelo. Os escravos eram condenados, divididos em duas categorias: aqueles com sentenças menores foram categorizados como honestos e permitidos a trabalhar fora das paredes do castelo. Os sentenciados por violência, assassinato, incêndio premeditado e semelhantes, foram categorizados como desonestos e tiveram que cumprir a sentença inteira fazendo trabalhos físicos pesados dentro das muralhas do castelo. De 1785 a 1922 o castelo estava sob a administração militar. Kronborg é também conhecido por muitos como "Helsingor”.






O Palácio de Frederiksborg - situado em Hillerod,  Condado de Frederolsborg. Maior palácio da Escandinávia, construído sobre três ilhotas do Slotssø, "lago do castelo", por Cristiano IV da Dinamarca, entre 1560 e 1630, para residência real. O seu nome é em homenagem ao rei Frederico II da Dinamarca. O palácio foi destruído, em 1830. por um incêndio, reconstruído posteriormente. Atualmente abriga o Museu de História Nacional da Dinamarca.





- Casa de Ópera de Copenhague - sede da ópera nacional da Dinamarca. A Operaen é considerada a casa de ópera mais cara já construída. Foi erguida na ilha de Holmen com custo toal de mais de 500 milhões de dólares. Propositalmente, fica na direção do Palácio de Amalienborg e da Igreja de Mármore.






- Nyhavn (Porto Novo) - popular área na cidade de Copenhague. O canal foi escavado por soldados entre 1671 e 1673, no reinado de Cristiano V, para permitir o acesso dos barcos mercantes. Muitos e ricos mercadores instalaram-sem em redor, dando início à era de ouro de Nyhavn. No início do século XIX os mercadores abandonaram a zona depois do bombardeio da cidade por parte da marinha inglesa, em 1807, durante a Guerra de Napoleão. Houve um período de decadência, a zona ganhou um antro de prostitutas e marinheiros. Neste período viveu em Hyhavn o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, durante cerca de 20 anos, onde escreveu seus primeiros contos, em 1835. Atualmente os edifícios se transformaram em bares, cafés e restaurantes, local famoso e concorrido.




Estátua Pequena Sereia - considerada símbolo da cidade, representa o personagem de um dos contos infantis de Hans Christian Andersen.

Resumo do conto A Pequena Sereia: uma jovem sereia estava disposta a dar sua vida nos mares a fim de conseguir uma alma humana e o amor de um príncipe. Vivia no reino subaquático com o pai, a avó e  cinco irmãs mais velhas. Completando 15 anos havia permissão para nadar até à superfície. Cada ano, uma sereia atingia a superfície, ao regressar contava as aventuras. A Pequena Sereia despertou a curiosidade sobre o mundo e os humanos. Quando chegou à superfície, avistou um príncipe num barco e apaixonou-se. Uma tempestade acontece, a Pequena Sereia salva o príncipe, leva-o para a costa perto de um templo e espera uma jovem. O príncipe não chegou a ver a Pequena Sereia porque estava inconsciente. A Pequena Sereia pergunta para sua avó a diferença entre os humanos e o resto dos seres do seu reino. Ela explica que os humanos têm uma vida mais curta, mas quando uma sereia morre, ela transforma-se em espuma do mar e acaba por desaparecer, enquanto os humanos têm uma alma eterna que, mesmo depois de mortos, continuam a viver no céu.

A Pequena Sereia, desejando por alma eterna e amor do príncipe, vai ter com a Bruxa do Mar, que lhe oferece uma poção, em troca da sua voz. A Bruxa do Mar avisa que uma vez que ela se torne humana, nunca mais poderá voltar ao oceano, que ao beber a poção irá sentir como se tivesse mil espadas no corpo. Quando se recuperar teria um par de pernas para dançar. No entanto, ela irá se sentir como se estivesse a andar em facas afiadas, e os seus pés iriam sangrar. Além disso, ela iria conseguir uma alma se encontrasse o beijo do verdadeiro amor e se o príncipe também a amasse e casasse com ela. Se não acontecer, na primeira madrugada do casamento do príncipe com outra mulher, a Pequena Sereia morrerá com o coração despedaçado e desintegrará em espuma.

A Pequena Sereia bebe a poção e encontra-se com o príncipe, que se sente atraído pela sua beleza,  mesmo sendo ela muda. Sabendo que o príncipe adora vê-la dançar, ela assim o faz apesar da sua dor agonizante. O pai do príncipe o ordena casar com a filha do Rei vizinho. Ele diz à Pequena Sereia que não o irá fazer, pois ele está apaixonado pela jovem do templo, acreditando que foi ela quem o salvou.  Com isto, o casamento entre os dois é anunciado. Casam-se, deixando a Pequena Sereia de coração partido.

A Pequena Sereia desespera-se, desiste de tudo e acredita que apenas a morte a espera, mas antes da madrugada, as suas irmãs aparecem com uma faca de prata que a Bruxa do Mar deu em troca dos seus longos cabelos. Se a Pequena Sereia esfaquear o príncipe com a faca e deixar o sangue dele cair sob os seus pés, ela iria voltar a ser uma sereia e o seu sofrimento iria acabar. A Pequena Sereia não tem coragem de matar o príncipe enquanto ele dorme deitado ao lado da sua esposa. Ao chegar a madrugada, ela atira-se no mar. O seu corpo transforma-se em espuma, mas em vez de desaparecer, ela sente o calor do sol, tornou-se num espírito, uma filha do ar. Outros espíritos contam que ela se tornou espírito devido ao seu esforço e dedicação ao tentar ter uma alma eterna.
DINAMARCA


Forma de governo: monarquia
Sistema de governo: parlamentarismo
Moeda: coroa dinamarquesa

O significado de “Dinamarca” refere-se a limite, fronteira, território dos danos.  O nome tem origem no séc. IX, período da unificação do território dinamarquês pelos danos ou daneses (povo escandinavo que ocupou a região por volta do século VI d.C). Outro étimo, menos provável, considera o nome como derivado de Dan, lendário rei dinamarquês cerca do séc.I d.C.

O país é ponte econômica e cultural entre a Europa central e a Escandinávia,  caracteriza-se pela prosperidade da economia, pelo nível elevado de vida e por sua recusa em aderir a moeda européia.

O território dinamarquês é composto pela Península da Jutlândia, unida à Alemanha por um istmo de apenas 70 km e por um arquipélago no Mar Báltico, constituído por mais de 500 ilhas. Entre elas, destaca Fyn, onde se localiza Copenhague. 

A Dinamarca possui limites marítimos com o Mar do Norte e com o Mar Báltico. Os numerosos fiordes são resultantes do afundamento dos vales glaciais sob o mar.

O país é plano, o rio mais importante é o Gudena, com 158 km de extensão, clima temperado úmido, influenciado pela proximidade do Oceano Atlântico. A fauna é composta de cervos, lebres e diversas espécies de peixe de água doce e salgada. É um dos países de maior consciência ambiental, foi o primeiro a ter um ministro de Meio Ambiente.

A Dinamarca se tornou uma potência no norte da Europa e ampliou suas conquistas por meio de organizadas expedições navais. O país constitui uma das mais antigas monarquias européias, é o menor dos três reinos escandinavos.

A atividade industrial não está apoiada na existência de recursos minerais, não possui reservas significativas de carvão, petróleo e minério de ferro. A indústria de vidro e cerâmica está apoiada em recursos nacionais.

Os dinamarqueses fazem parte do grupo étnico nórdico. Sua língua pertence ao grupo escandinavo oriental da língua germânica, sendo semelhante ao sueco e norueguês. Há dialetos locais ainda em uso, especialmente nas ilhas. Existe a liberdade do culto religioso. No país praticamente não há analfabetos.

ARTE: os mais antigos vestígios de atividades artísticas datam de cerca de 8500 a.C. Após a introdução do cristianismo, a arte românica passa a ser cultivada: a escultura de pias batismais, túmulos e pórticos. A pedra é o material mais usado, a figura do animal mais usada é o leão.

LITERATURA: em 1495 foi impresso o primeiro livro dinamarquês. É uma crônica que conta a história dos reis dinamarqueses, numa forma que lembra o canto folclórico. Os primeiros livros impressos eram eclesiásticos, escritos em latim.

Destacam-se:

- Soren Kierkegaard (1813-1855), filósofo, considerado um dos pais do existencialismo. Sua obra ficou conhecida no final do século XIX e influenciou autores como Heidegger e Sartre. Publicou em 1843, sua principal obra Ou-ou,que é um debate filosófico em forma de romance.


-   Hans Christian Andersen (1805-1875), escreveu contos infantis que percorreram o mundo, autor de
O patinho feio.




 -   Niels Henrik Bohr (1885-1962), cientista, cujos estudos teóricos sobre a estrutura do átomo forneceram as bases da física quântica e lhe renderam o Prêmio Nobel de Física em 1922.


ESCULTURA: Pequena Sereia é personagem símbolo de Copenhague.



RELIGIÃO: 97% pertencem à Igreja luterana, religião oficial. A Igreja é sustentada por imposto pago pelos dinamarqueses luteranos. Nos últimos anos, um número crescente de pessoas, através de ação judicial, abandona a Igreja oficial para evitar o pagamento da taxa. Outros dinamarqueses pertencem a outras seitas: católico, metodistas, batistas e judeus.


HISTÓRIA: o país tem início no ano 800 da era cristã com a expansão para o norte do império de Carlos Magno. Os vikings, de origem escandinava, iniciaram o domínio do território em princípios do século VI ao expulsarem os povos germânicos. As tribos dinamarquesas foram reunidas sob um reino no século IX, com as fronteiras de seus domínios demarcadas pelo Rio Eider.

No reinado de Harold Blaatand, cerca de 960, atribui-se a unificação do país, a conquista da Noruega e a introdução do cristianismo.

No início do século XI, Canuto, o Grande, conseguiu reunir em um império as coroas de Dinamarca, Inglaterra e Noruega. Após sua morte, o império se desintegrou. Com Canuto o Grande, formou-se uma monarquia, incluindo parte da Suécia. O colapso da expedição planejada contra a Inglaterra por Canuto o Santo, em 1085, põe fim às ambições extra-continentais.

Em 1104 foi estabelecido o arcebispado, o crescimento e a consolidação da Igreja nacional.

Valdemar I (1157-1182) e Canuto IV (1182-1202), a implantação do domínio dinamarquês sobre o Báltico.

Valdemar II (1202-1241), a conquista da Estônia em 1219 marca o apogeu do poder dinamarquês. A traição de um vassalo germânico que aprisionou o rei e a derrota militar em uma grande batalha foi suficiente para provocar a queda desse império.

A dinastia dos Valdemar foi uma das mais gloriosas da história do país, apoiava-se na nobreza feudal e no clero, protegido por privilégios reais. A educação generalizou-se, uma classe média vigorosa surgiu como resultado do desenvolvimento econômico; o camponês, independente, com seus direitos bens definidos, prosperou.

À morte de Valdemar II houve um período de desintegração. Nos séculos XIII e parte do séc. XIV, as lutas entre os reis e os duques se estenderam. A essas dificuldades somaram-se os prolongados litígios entre os papas e a coroa. Dessa forma constituía maior risco, o início de uma ruptura entre o rei e a nobreza, com reflexos constitucionais.

Em 1282, os nobres obtiveram do rei a primeira Carta reconhecendo a assembléia nacional como um ramo do governo.

Cristóvão II (1319-1331) foi forçado a reduzir as prerrogativas reais, aumentar os privilégios da nobreza e diminuir o peso dos impostos e tributos. Com a morte de Cristóvão II a instabilidade política atingiu seu ponto culminante.

Entre 1332 e 1340 a monarquia dinamarquesa esteve acéfala.

Valdemar IV (1340-1375), restabelece a autoridade real e o prestígio do país como potência báltica. Com a morte de Valdemar IV, extinguiu-se a linha dinástica masculina.

Olaf (1375-1387), filho menor de Margarida (filha de Valdemar, casada com o rei Haakon da Noruega). foi escolhido pelo conselho privado para ser o novo monarca. Em 1387, com a morte do marido e posteriormente de seu filho, Margarida se fez reconhecer como soberana da Dinamarca e da Noruega. Chamada a intervir na Suécia pelos nobres sublevados contra a coroa, Margarida expulsou em 1389 a casa reinante e se tornou regente dos países escandinavos.

Em 1397, fez coroar Erik, duque e neto de sua irmã mais velha, como o rei dos três países. No mesmo ano, a Dinamarca se uniu aos demais reinos escandinavos: Noruega, Suécia e Islândia. Durante os séculos XVI e XVII, o Reino da Dinamarca se envolveu em numerosos conflitos, de caráter religioso e militar. O objetivo dos dinamarqueses era manter sua posição privilegiada na região báltica.

Em 1412 com o desaparecimento de Margarida, Erik não soube preservar o espírito da unidade entre os Estados escandinavos.

Em 1428 Copenhague foi atacada. A luta continuou até 1435, quando Erik, ameaçado pela revolta de seus súditos suecos, abandonou a guerra.

Em 1439, Erik foi deposto pelos conselhos da coroa dos países escandinavos, designado Cristóvão, seu sobrinho, Duque de Baviera, para sucedê-lo.

Em 1448 falece Cristóvão II, termina a União de Kalmar.

Em 1450, Cristiano de Oldenburg foi eleito rei, pela Dinamarca e Noruega. A Suécia escolheu Karl Knutsson, como Carlos III.

Cristiano II (1513-1523) restabeleceu a união entre os três países.

Em 1523, o povo revoltado fundava o reino da Suécia, sob Gustavo Vasa, que reinou como Gustavo I (1496-1560).

Em 1536 terminava a luta contra a ocupação de Copenhague, as propriedades do clero foram confiscadas, os mosteiros fechados e seus bens adjucados à coroa. No mesmo ano foi criada a Igreja luterana dinamarquesa.

Cristiano IV (1588-1648) pretendeu assegurar para a Dinamarca a supremacia do norte da Europa.

A intervenção na guerra dos Trinta Anos, por instigação inglesa, terminou em amarga derrota para a Dinamarca.

Frederico II (1648-1670) se precipitou em declarar guerra à Suécia.

Em 1660, a paz de Copenhague restituiu à Dinamarca parte dos territórios cedidos, reduziu a hegemonia e estabeleceu novas fronteiras na Escandinávia.

Cristiano V (1670-1699) foi marcado pela tentativa frustrada de recuperar os territórios perdidos.

Frederico IV (1699-1730), aliado à Polônia e à Rússia, procurou, mas sem êxito, obrigar a Suécia a devolver suas conquistas militares.

Cristiano VI (1730-1746), com a influência dos proprietários de terras obrigou a uma série de medidas opressivas contra os camponeses, enquanto uma nova nobreza de condes e barões tomava o lugar e a fortuna da antiga aristocracia.

No fim do século XVIII a prosperidade da Dinamarca deve-se a duas circunstâncias: de ordem econômica e de natureza política. A Inglaterra, de exportadora, passou a importar os cereais, os preços dos produtos agrícolas subiram como conseqüência da Revolução Francesa e das guerras napoleônicas.

A habilidade política do governo de Copenhague logrou manter o país fora da guerra, com incremento para seu comércio.

Em 1800, a Dinamarca aderiu a liga de neutralidade armada dos países do Báltico, fundada para proteger os direitos de navegação dos países neutros. A medida contrariava os interesses ingleses. Em 1801, na batalha naval, a Dinamarca perdeu metade de sua armada e viu-se obrigada a aceitar as imposições britânicas.

Em 1807, o Reino Unido passou a exigir que a Dinamarca entregasse a esquadra a fim de evitar o apresamento pelas forças francesas.

Frederico VI (1808-1839) aliou-se a Napoleão, indignado com o procedimento inglês. Seguiram-se sete anos de guerra, com a paralisação do comércio dinamarquês e a ruptura de relações com a Noruega.

Com a derrota de Napoleão, a Dinamarca concluiu a Paz de Kiel. Em 1814, pela Paz de Kiel, teve de ceder a Noruega e a ilha de Helgoland.

Em 1848 os movimentos revolucionários acabaram com o absolutismo

Cristiano VIII (1839-1848) - faltou meio de solucionar o problema político criado pelas aspirações liberais da população.

Frederico VII (1848-1863) depois da agitação resultante da revolução de 1848 promulgou uma constituição da essência democrática, o que provocou um movimento separatista dos ducados, inspirado e apoiado pela Prússia.

Em 1849, aprovada uma Constituição de tendência liberal.

Em 1857, os liberais subiram ao poder, a constituição conjunta com os Holstein foi abolida e o novo rei Cristiano IX (1863-1906) persuadido a assinar uma outra constituição conjunta com o Scheleswig. Essas medidas davam à Áustria e à Prússia pretexto para a intervenção armada.

Em 1866 os conservadores assumiram o poder. Um conflito de mais de trinta anos surgiu.

No século XIX, a aliança estabelecida entre a Coroa dinamarquesa e o imperador Napoleão Bonaparte significou novas perdas territoriais com a derrota do Exército francês.

Em 1915 a Constituição foi reformada para consolidar o regime político de caráter democrático. Uma nova constituição concedeu às mulheres o direito do voto. Essa transformação fez da Dinamarca uma das democracias parlamentares mais evoluídas, acompanhada de um movimento econômico em que o setor comercial cedeu a primazia ao agrícola.

Cristiano X (1912-1947), nesse reinado conseguiu manter a neutralidade durante a primeira guerra mundial. Beneficiou-se do Tratado de Versalhes.

Em 1939, na guerra, a Dinamarca proclamou sua neutralidade e tomou medidas econômicas para ajustar-se às novas condições de guerra.

Em 1940, o ataque súbito da Alemanha, surpreendeu o país, devido a assinatura de um pacto de não-agressão. A Dinamarca estava despreparada para as operações militares de defesa. Foi invadida pelo Exército nazista. As forças nazistas, sob o pretexto de prevenir um ataque britânico, ocuparam a Dinamarca durante cinco anos, até 1945. O regime controlado pelos nazistas tomou caráter repressivo.

Em 1945 a monarquia constitucional foi restabelecida.

Em 1947, Frederico IX sucedeu ao seu pai, o governo passou das mãos dos liberais às dos sociais-democratas.

Em 1949, integração à Otan.

As principais eleições do pós-guerra foram vencidas pelos liberais.

Em 1949, a Dinamarca ingressou na Otan.

Em 1953 ocorreu reforma constitucional, entre outras modificações, permitiu o acesso de uma mulher ao trono.

Em 1973, a rainha Margarethe II foi coroada e assumiu a Coroa da Dinamarca. No mesmo ano foi aprovada a integração do país à Comunidade Econômica Europa (CEE).

Em 1982, os conservadores ganharam e pôs fim ao ciclo social democrata. Paul Schlüter foi nomeado.

Em 1993, escândalo político e demissão do conservador Paul Schlüter. Encerrou o domínio dos conservadores.

Em 1994, nas eleições, Paul Nyryp Rasmussen recuperou o poder do Partido Social-Democrata. Em 1998 obteve nova vitória.

Em 2000, “não” à adesão da moeda única européia, em plebiscito.

Em 2001, nas eleições, os conservadores liderados por Anders Fogh Rasmussen derrubou os social-democratas do poder. Helle Thorning-Schmidt é a líder do Partido Social-Democrata, desde 2005. Em 2011, nas eleições parlamentares, o partido governante, o Partido Liberal, foi mais votado, mas os partidos da oposição, o Partido Social-Democrata de Thorning-Schmidt obtiveram mais votos que a coligação do governo. O parlamento nomeou Helle Thorning-Schmidt, é a primeira mulher a ocupar este cargo na Dinamarca

sábado, 12 de maio de 2012

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